Como já relatei na atividade anterior, sou do tempo do MS-DOS, quando os computadores não eram multicoloridos e tudo se restringia a uma única tela verde com um cursor piscando à espera da seqüência de palavras.
A primeira boa experiência que tive com as janelas foi uma enciclopédia em CD ROM que apresentava vários links que levavam a outras páginas. Não eram páginas da Web, mas a idéia inicial dos links era fascinante. Quando o cursor se transformava em uma “mãozinha”,
Foi nesse tempo que tornou-se charme utilizar os termos “surfar” e “navegar” na web. Os usuários de internet passaram a ser chamados de “internautas” e os browsers ficaram conhecidos como “navegadores”. Isso tanto é verdade que o mais famoso navegador foi o Netscape. Johnson (2001) ilustra bem esse ponto quando cita os termos “surfar” e “navegar”. Uma das coisas mais impressionantes é quando ele cita o termo “infosfera” que, a meu ver, remete também à Web termos mundiais como o World Wide Web. Esta semana será feita uma reflexão acerca do mundo virtual em nossas vidas, como faz Johnson (2001), baseando-se em experiências que a comunicação virtual WWW nos traz, sobretudo através dos links, que é o título do capítulo 4 desse autor.
Como já relatei na atividade anterior, sou do tempo do MS-DOS, quando os computadores não eram multicoloridos e tudo se restringia a uma única tela verde com um cursor piscando à espera da seqüência de palavras.
A primeira boa experiência que tive com as janelas foi uma enciclopédia em CD ROM que apresentava vários links que levavam a outras páginas. Não eram páginas da Web, mas a idéia inicial dos links era fascinante. Quando o cursor se transformava em uma “mãozinha”, eu podia ir a outro texto que complementava os meus estudos. Lembro-me que nesse momento estava nascendo a Web com o dinâmico WWW, então denominada rede de alcance mundial, com seu sistema de documentos hipermídia, interligados à internet. A navegação era lenta e oferecia poucos recursos. Surfar era novidade, mas requeria paciência.
Foi nesse tempo que tornou-se charme utilizar os termos “surfar” e “navegar” na web. Os usuários de internet passaram a ser chamados de “internautas” e os browsers ficaram conhecidos como “navegadores”. Isso tanto é verdade que o mais famoso navegador foi o Netscape. Johnson (2001) ilustra bem esse ponto quando cita os termos “surfar” e “navegar”. Uma das coisas mais impressionantes é quando ele cita o termo “infosfera” que, a meu ver, remete também à Web termos mundiais como o World Wide Web.
Em minhas primeiras experiências com a web, links eram uma coisa fantástica. Queríamos ir ao Louvre virtual, conhecer cidades (estava longe ainda de ser inventado o Google Earth), passear pela infosfera. Tudo isso era tão fabuloso que nem ligávamos se o computador era uma “carroça” com espaço e memória virtual limitados a poucos megabytes e uma internet precária que se consumia unicamente a textos e imagens. No entanto, tudo isso era evolução para a época. Esses textos, mais tarde denominados hipertextos, levavam à conclusão de que o futuro seria a mídia eletrônica virtual.
Hoje, quando eu navego pelos links de busca do Google, fico fascinado com a rapidez com que se cruzam códigos chaves que buscam as informações em frações de segundos. A minha antiga enciclopédia interativa em CD ROM hoje perde em tudo para o Wikipedia, a enciclopédia livre da Web. Vivo em um mundo de banda larga, com unidades de medida terabytes, fazendo com que a capacidade de processamento seja cada vez mais levadas a rapidez de nanosegundos com nano capacidades. Mas ainda lembro, nostalgicamente da internet discada, cujos links levavam um século para abrir.
Só lembro, porque em um mundo fascinante, onde os links estão até mesmo nos celulares e podem ser acessados com o simples apertar de dedos em telas touchscreen, ninguém sente saudade do mundo DOS. Isso seria o mesmo que sentir falta dos jogos da Atari quando se tem os jogos online para PC baseados na tecnologia PS3 (Play Station 3).
Não. Não tenho saudades. Vivo feliz com os links modernos, parceiros da tecnologia MP3, youtube, Orkut, MSN, Skype. Ah, e o navegador? Já tive muitas dores de cabeça com a famosa mensagem "Este programa executou uma operação ilegal e será fechado...". Era a tela azul da morte do Windows 95 que já me fez estressar bastante, sobretudo quando perdia os meus trabalhos acadêmicos em fins de período. Vivemos no mundo da maravilha virtual, com navegadores bem mais eficientes, como é o caso do Internet Explorer e o multi-plataforma Mozilla Firefox, um dos meus prediletos por ser mais rápido e leve e quase não apresentar erros, além de seguro.


